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Pandemia gera nova perspectiva para o mercado imobiliário: casas maiores, escritórios em casa

Casas maiores, escritórios em casa: pandemia gera nova perspectiva para o mercado imobiliário.

Que a pandemia do novo coronavírus mexeu com – praticamente – todos os setores, é inegável, mas para o mercado imobiliário, o novo cenário trouxe perspectivas otimistas em relação aos efeitos da crise.

Entre essas alterações, uma que chama bastante atenção, pensando pela visão do mercado imobiliário, é a questão das estruturas das casas e escritórios. Isso porque, com o aumento do tempo e aproveitamento do espaço residencial, a situação exige e pede espaços maiores e mais confortáveis, então, o que antes não era uma exigência, passa a ser; como uma sala maior, ou uma varanda espaçosa, ou até uma cozinha mais estruturada, por exemplo. A alteração vale também para escritórios, que terão novos formatos e conceitos a partir de agora.

 O futuro do trabalho

Fernando Didziakas, sócio da Buildings, que monitora principalmente os escritórios corporativos, diz que, segundo uma pesquisa da empresa, 80% das empresas de SP pensam em ter escritórios menores a partir de agora. Isso se dá ao fato de que, muitas empresas, que antes não viam a possibilidade de home office, tiveram que se adequar ao novo cenário e entenderam que o trabalho em casa pode ser uma forma funcional e vantajosa, não só para a empresa, como para o colaborador. Com isso, tende-se a passar mais tempo em casa e menos dentro do escritório, gerando assim o aumento de metro quadrado das residências e diminuição do metro quadrado de escritórios ou até novos formatos, como coworkings.

Essa mudança deve ser um ponto de atenção ao mercado imobiliário, que deverá acompanhar de perto o comportamento e alterações do setor, para assim, desenvolver e trabalhar projetos nesse novo formato.

Vendas na pandemia

Brain Inteligência e alguns parceiros realizaram uma pesquisa que mostra que 56% das empresas de incorporação realizaram vendas durante a crise, sendo que, desse total, 60% foram vendas vindas de uma negociação iniciada no decorrer da pandemia do novo coronavírus. Esses números mostram que 35% das empresas realizaram alguma venda e negociação durante a crise, o que é otimista para o setor, já que mostra a atividade comercial ativa.

A tecnologia no mercado Imobiliário

A preparação das empresas foi um fator fundamental para que as vendas tenham sido iniciadas ou continuadas diante ao novo cenário, isso porque, o mercado imobiliário vinha se recuperando de uma crise de 2014 com um preparo tecnológico, com estrutura para o digital, como vendas em meios online, por exemplo. Se essa preparação não tivesse acontecido, provavelmente, o impacto da crise teria sido muito mais negativo e expressivo.

Fortalecimento no setor

Diante de um cenário tão atípico, fica difícil prever com certezas o que será do setor ou quais serão os próximos números, mas, analisar os dados otimistas são importantes para os planejamentos das empresas do segmento. Segundo Cristiano Rabelo, CEO da Prospecta Inteligência Imobiliária, a internet será uma ferramenta essencial para essa recuperação que será a médio prazo.

O que será dos shoppings?

O setor de shoppings é um dos que vem sofrendo com a crise e precisam se reinventar, isso porque, mesmo com 70 espaços reabertos no Brasil, as lojas continuam fechadas e poucas estão com as portas abertas. Assim, a circulação e movimentação desses espaços representa 20% a 30% do que costumava ser. Pensando em sua estrutura geral, não se limitando apenas às lojas, as áreas de entretenimento sofrem com a crise, já que foram as primeiras a serem encerradas e – provavelmente – serão as últimas a serem reabertas, isso se, não tiverem que alterar completamente sua estrutura e logística de funcionamento.

Caso tenha alguma outra dúvida ou precise de auxílio, entre em contato com a equipe da Vip Oportunidades, empresa especializada no setor e preparada para auxiliar no que for necessário.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/negocios/o-que-esperar-do-mercado-imobiliario-na-turbulencia-do-coronavirus-segundo-7-especialistas/

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